Analisar o trabalho realizado pelo projeto Escola Lilás de Direitos Humanos na Restinga e refletir sobre os desafios de trabalhar com jovens, principalmente das periferias, motivou a equipe do Coletivo Feminino Plural (CFP) a realizar uma Sala de Situação sobre estratégias de prevenção à violência de gênero contra meninas. A reunião ocorreu no dia 26 de julho, às 14h, na sede do CFP e reuniu 10 mulheres, entre educadoras com experiência na região e especialistas no trabalho de prevenção da violência contra meninas e mulheres e junto à juventude.
A Escola Lilás de Direitos humanos é fruto de uma sistematização em 2010 das experiências do coletivo junto ao público de adolescentes e jovens, definindo- o como um programa de educação de jovens mulheres de contextos diferenciados para o exercício dos Direitos Humanos e do Protagonismo, articulando com a formação de redes e tendo como princípio a solidariedade entre grupos. O objetivo das ações da Escola Lilás é promover o fortalecimento das meninas para o exercício da cidadania, enfocando os Direitos Humanos através de novas formas de ensinar e aprender.
Na sua terceira edição observamos algumas dificuldades de realizar o trabalho educativo com as adolescentes na Restinga, bem como, nas atividades do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, destinado a esse público. Assim sendo, decidimos propor como última atividade da Escola Lilás 2015/2016 uma sala de situação para discutir com agentes locais e estudiosas do tema de juventude e gênero os desafios relacionados ao conjunto de obstáculos de gênero, raça e classe no trabalho da ação educativa com mulheres adolescentes e jovens. O encontro pretendeu promover a reflexão acerca dos obstáculos e barreiras crescentes a participação das meninas em estratégias de prevenção a violência e em seu empoderamento.
Estavam presentes a psicóloga Branca Regina Chedid, a coordenadora do Creas Restinga, Sandra Fouchard, a jornalista com experiência em oficinas de leitura crítica da mídia junto a jovens, Clara Glock, a assessora pedagógica do programa Jovem Aprendiz Mesquita, a psicóloga Cristina Bruel, a cientista social e coordenadora do Coletivo Feminino Plural, Telia Negrão, a cientista social e coordenadora de comunicação do CFP, Léa Epping, a coordenadora da Escola Lilás Leina Peres, e as oficineiras que participaram do projeto, Vanessa Silva, estudante de História, e Roberta Mello, jornalista. O debate foi gravado e todas as dicussões irão resultar em um artigo a ser disponibilizado em uma cartilha sobre violência em fase de elaboração pelo Coletivo Feminino Plural.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Oficina de Teatro no Colégio Estadual Eng. Ildo Meneghetti em apoio à ocupação
Escola Lilás de Direitos Humanos fortalecendo a ocupação da Escola Estadual Eng. Ildo Meneghetti, na Restinga. Todo apoio à luta das e dos estudantes e professoras e professores.
Este sábado, a oficineira de Teatro Tai Fernandes e a mobilizadora da Escola Lilás e moradora da comunidade Regina Luisa Rodrigues estiveram na escola para uma Oficina de Artes Cênicas. O momento foi de descontração para o corpo e estímulo para a mente.
Quem quiser se solidarizar com a mobilizações dos alunos nas ocupações pode procurar a escola mais próxima da sua casa e visitar ou entrar em contato pela Fanpage. A relação completa de escolas ocupadas você encontra aqui.
Este sábado, a oficineira de Teatro Tai Fernandes e a mobilizadora da Escola Lilás e moradora da comunidade Regina Luisa Rodrigues estiveram na escola para uma Oficina de Artes Cênicas. O momento foi de descontração para o corpo e estímulo para a mente.
Quem quiser se solidarizar com a mobilizações dos alunos nas ocupações pode procurar a escola mais próxima da sua casa e visitar ou entrar em contato pela Fanpage. A relação completa de escolas ocupadas você encontra aqui.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Mudar o mundo mudando a si mesmas
As oficinas de Direitos Humanos da Escola Lilás no Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato vêm estimulando as meninas a conhecerem seus corpos, seus sentimentos, desejos e direitos para, assim, se amarem e respeitarem. Mudar o mundo mudando a si mesmas tem norteado as ações promovidas pelas integrantes do Coletivo Feminino Plural na comunidade.
Assuntos como representatividade, autoestima, saúde, direitos humanos das meninas e mulheres e a realidade da população negra e das periferias são trabalhados tranversalmente em rodas de conversa, dinâmicas em grupo e reflexões a partir de vídeos e textos. Os principais objetivos têm sido criar um espaço de troca e confiança entre as meninas, espaços esses que ficam relegados a segundo plano na vida das mulheres. Juntas, as meninas conversam sobre o espaço ocupado pela mulher na política, na escola, no mundo do trabalho, na mídia, sempre de forma crítica.
Após quatro encontros, as jovens já apontam suas descobertas. Keilla conta que passou a usar o cabelo cacheado solto. Yasmin, resistente no início das atividades, se abriu sobre o sonho de estudar e ser arquiteta. Bárbara assumiu que se sente realmente livre apenas no seu quarto, onde pode fazer e ser o que quiser.
terça-feira, 19 de abril de 2016
Escola Lilás começa novo módulo no Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato da Restinga
Estamos expandindo a abrangência das oficinas de Direitos Humanos e Teatro na Restinga. Por isso, no dia 14 de abril começamos a trabalhar com uma nova turma de jovens do Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato (Rua Doutor Carlos Niederauer Hofmeister, 962).
Durante o primeiro módulo, as integrantes do Coletivo Feminino Plural Luisa Gabriela, artista visual e coordenadora do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, e Roberta Mello, jornalista, apresentaram os objetivos da Escola Lilás e falaram sobre empoderamento, padrões de beleza e liberdade das meninas e mulheres.
Uma roda de conversa informal contribuiu para que as jovens se sentissem à vontade para colocar aqueles assuntos que mais lhes interessam e despertam dúvidas. A dinâmica serviu, ainda, para que todas comecem a refletir sobre Direitos Humanos das Mulheres e a se prepararem para as oficinas de Teatro, que começam este sábado (23).
Uma roda de conversa informal contribuiu para que as jovens se sentissem à vontade para colocar aqueles assuntos que mais lhes interessam e despertam dúvidas. A dinâmica serviu, ainda, para que todas comecem a refletir sobre Direitos Humanos das Mulheres e a se prepararem para as oficinas de Teatro, que começam este sábado (23).
As aulas da Escola Lilás na Monteiro Lobato seguem até o dia 28 de maio, sempre às quintas-feiras e sábados. Todos os encontros são aberto à participação da comunidade e gratuitos.
A Escola Lilás de Direitos Humanos é um programa da Ong Coletivo Feminino Plural realizado desde 2011 com meninas de 13 a 17 anos de comunidades da periferia de Porto Alegre. Na sua terceira edição conta com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas (Vepma) do Tribunal de Justiça do Estado.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Empoderamento, informação e comunicação é tema de oficina na Restinga
A tarde do dia 26 de fevereiro foi momento de pensar, de forma crítica, sobre a forma como meninas e mulheres são retratadas e veem suas pautas tratadas pela mídia tradicional na Oficina de Empoderamento, Informação e Comunicação da Escola Lilás de Direitos Humanos. Além da reflexão, as meninas conheceram projetos interessantes que já vêm tentando fazer uma comunicação das mulheres para as mulheres e gravaram um vídeo em que discutem os estereótipos e padrões de beleza. A oficina foi ministrada pela jornalista e integrante do Coletivo Feminino Plural Roberta Mello.
No primeiro momento, cada menina foi convidada a pensar sobre o que gosta mais gosta em sua personalidade ou no seu corpo e o que não gosta. Todas puderam escolher uma das qualidades para compartilhar e tecer elogios às colegas. O objetivo foi pensar sobre padrões de beleza e estereótipos e sobre como eles afetam nossa forma de nos vermos e encararmos as outras meninas.
Foram apresentadas, ainda, notícias, peças publicitárias, capas de revista, e todas as participantes foram questionadas: Você se sente representada nessas imagens? Os estereótipos são importantes para os meios de comunicação?
Depois, foi o momento de "colocar a mão na massa". As meninas refletiram e elaboraram um material comunicacional que retratasse aquele grupo, seu bairro, suas características físicas e comportamentais, seus desejos e sonhos, uma história positiva ou uma lição extraída durante o convívio e as atividades.
A escolha foi por realizar um programa de entrevista em vídeo em que todas falam sobre a aceitação dos seus cabelos e do seu corpo. Em breve, você assiste ao programa por aqui. Fica de olho!
Veja o material de apoio da oficina abaixo:
No primeiro momento, cada menina foi convidada a pensar sobre o que gosta mais gosta em sua personalidade ou no seu corpo e o que não gosta. Todas puderam escolher uma das qualidades para compartilhar e tecer elogios às colegas. O objetivo foi pensar sobre padrões de beleza e estereótipos e sobre como eles afetam nossa forma de nos vermos e encararmos as outras meninas.
Foram apresentadas, ainda, notícias, peças publicitárias, capas de revista, e todas as participantes foram questionadas: Você se sente representada nessas imagens? Os estereótipos são importantes para os meios de comunicação?
Depois, foi o momento de "colocar a mão na massa". As meninas refletiram e elaboraram um material comunicacional que retratasse aquele grupo, seu bairro, suas características físicas e comportamentais, seus desejos e sonhos, uma história positiva ou uma lição extraída durante o convívio e as atividades.
A escolha foi por realizar um programa de entrevista em vídeo em que todas falam sobre a aceitação dos seus cabelos e do seu corpo. Em breve, você assiste ao programa por aqui. Fica de olho!
Veja o material de apoio da oficina abaixo:
Hoje é dia de roda de conversa e oficina de turbantes na Restinga
Hoje à tarde, das 16h às 18h, tem Roda de Conversa e Oficina de Turbantes com o tema "O racismo e as consequências sociais e individuais na sociedade brasileira", das 16h às 18h. A oficineira, desta vez, será a integrante do Coletivo Feminino Plural e do Coletivo Oluchi Vanessa Bayo Silva. Esperamos todas no Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Restinga.
terça-feira, 15 de março de 2016
Escola Lilás participa do Festival #ArtivismoFeminista
A Escola Lilás dos Direitos Humanos esteve presente no Festival #ArtivismoFeminista, realizado pelo Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão, também executado pela Ong Coletivo Feminino Plural. No sábado (12), as alunas Sthefany Santos da Silva e Bianca Santos Navarro e a voluntária Regina Rodrigues, que já participou de uma edição anterior do projeto, conheceram a sede do Coletivo Feminino Plural e participaram de uma oficina de Teatro com a artista Carolina Pommer na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ).
As meninas foram acompanhadas pela oficineira de teatro Tai Fernandes e pela coordenadora do projeto Escola Lilás, Leina Peres e pela coordenadora do Ponto de Cultura Feminista Luísa Gabriela. A ação, além de propiciar o contato das meninas com espaços e pessoas de outros pontos de Porto Alegre, contribuiu para que as jovens refletissem ainda mais sobre situações vividas cotidianamente.
As meninas foram acompanhadas pela oficineira de teatro Tai Fernandes e pela coordenadora do projeto Escola Lilás, Leina Peres e pela coordenadora do Ponto de Cultura Feminista Luísa Gabriela. A ação, além de propiciar o contato das meninas com espaços e pessoas de outros pontos de Porto Alegre, contribuiu para que as jovens refletissem ainda mais sobre situações vividas cotidianamente.
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Oficina de Teatro transferida para esta quinta-feira
Devido à volta às aulas, reformulamos nosso cronograma e definimos que a próxima oficina de teatro irá acontecer amanhã (3 de fevereiro) a partir das 16h na Escola Alberto Pasqualini (Rua Tenente Arizoly Fagundes, 250), na Restinga.
É muito importante que todas compareçam, pois será feito mais um ensaio da performance teatral que estamos preparando para as atividades do Mês da Mulher. Esperamos vocês!
É muito importante que todas compareçam, pois será feito mais um ensaio da performance teatral que estamos preparando para as atividades do Mês da Mulher. Esperamos vocês!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Atividade reúne mulheres e meninas para troca intergeracional
A atividade da Escola Lilás de Direitos Humanos de amanhã vai reunir as mulheres (mães, lideranças comunitárias, demais militantes) e as meninas moradoras da Restinga para uma troca entre gerações. A ação faz parte da Oficina de Direitos Humanos e ocorre a partir das 14h, no Cras Ampliado da Restinga.
Várias atividades legais foram pensadas. Serão feitas dinâmicas em grupo e uma roda de conversa a fim de estimular todas a refletirem sobre relações de gênero, desafios que surgem com o passar do tempo na vida das mulheres e projeto de vida. Logo depois ocorre mais uma etapa das Oficinas de Teatro. Vai ser uma tarde imperdível. Esperamos vocês!
Várias atividades legais foram pensadas. Serão feitas dinâmicas em grupo e uma roda de conversa a fim de estimular todas a refletirem sobre relações de gênero, desafios que surgem com o passar do tempo na vida das mulheres e projeto de vida. Logo depois ocorre mais uma etapa das Oficinas de Teatro. Vai ser uma tarde imperdível. Esperamos vocês!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Na mídia: Escola Lilás no Jornal do Comércio RS
Nosso trabalho de empoderamento e democratização do acesso a informação e a direitos sociais é tema da página Responsabilidade Social de hoje do Jornal do Comércio. Nela, a coordenadora do projeto que vem sendo executado na Restinga explica tudo sobre o funcionamento das oficinas, que tratam de temas como saúde, educação, trabalho e mídia e a importância de atividades exclusivas para as meninas e que falem sobre elas.
Acesse a matéria na íntegra aqui fazendo um cadastro (gratuito) no site do jornal.
Sobre a Escola Lilás
A Escola Lilás de Direitos Humanos é um programa da Ong Coletivo Feminino Plural realizado desde 2011 com meninas de 13 a 17 anos de comunidades da periferia de Porto Alegre. Na sua terceira edição conta com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas (Vepma) do Tribunal de Justiça do Estado.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Meninas refletem sobre seus sonhos e desejos na Oficina de Direitos Humanos das Mulheres
Na sexta-feira, 12 de fevereiro, as meninas bateram um papo com as integrantes do Coletivo Feminino Plural Leina Peres e Roberta Mello sobre Direitos Humanos das Mulheres e conheceram um pouco mais sobre a história do movimento feminista. O objetivo foi começar a construir, em conjunto, um plano de vida, entender melhor quais os direitos básicos de todas as meninas e ver o quanto evoluímos para, assim, pensarmos juntas sobre o que ainda tem para melhorar.
Para refletir sobre seu espaço no mundo e sobre como seus desejos e sonhos são pautas comuns a de meninas de muitos lugares, as participantes foram estimuladas a pensar sobre quem são, quais seus sonhos e desejos e o que dificulta que elas atinjam seus objetivos de vida. Depois de conhecerem mulheres que sonharam, foram à luta e conseguiram mudar a vida de todas nós, foi exibido o vídeo Malala - Uma Menina. Entre Muitas., que exibe jovens de diversas nacionalidades, etnias, religiões e culturas lendo o discurso realizado pela paquistanesa vencedora do Prêmio Nobel da Paz.
O resultado dessa tarde de reflexão foi captado em vídeo, uma das linguagens a ser explorada na Oficina de Comunicação do dia 26 de fevereiro. Até lá, as Oficinas de Teatro não param, todas as quartas e sextas-feiras, das 14h às 18h. Quem quiser participar, ainda dá tempo! É só chegar!
O projeto é parte de um dos principais programas do Coletivo Feminino Plural, que, em 2016, conta com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (Vepma-TJRS).
Acesse e faça download do material de apoio dessa atividade aqui:
O resultado dessa tarde de reflexão foi captado em vídeo, uma das linguagens a ser explorada na Oficina de Comunicação do dia 26 de fevereiro. Até lá, as Oficinas de Teatro não param, todas as quartas e sextas-feiras, das 14h às 18h. Quem quiser participar, ainda dá tempo! É só chegar!
O projeto é parte de um dos principais programas do Coletivo Feminino Plural, que, em 2016, conta com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (Vepma-TJRS).
Acesse e faça download do material de apoio dessa atividade aqui:
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Meninas soltam a criatividade em oficina de customização de camisetas
O Carnaval pede fantasias e diversão e inspirou as meninas a soltarem ainda mais a criatividade durante a última aula da oficina de teatro.
Na sexta-feira, 5 de fevereiro, as meninas aprenderam a fazer tie-dye, uma técnica de pintura artesanal, e customizaram as camisetas que serão usadas nas apresentações. As oficineiras Cândida Bazanella e Tai Fernandes fizeram as gurias soltarem a imaginação em mais uma ação!
Na sexta-feira, 5 de fevereiro, as meninas aprenderam a fazer tie-dye, uma técnica de pintura artesanal, e customizaram as camisetas que serão usadas nas apresentações. As oficineiras Cândida Bazanella e Tai Fernandes fizeram as gurias soltarem a imaginação em mais uma ação!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Ainda há vagas para as oficinas de Teatro e Direitos Humanos da Escola Lilás
As oficinas de Teatro e Direitos Humanos na Restinga já começaram, mas ainda há vagas para as meninas entre 13 e 17 anos interessadas em exercitar a criatividade e debater vários temas legais com a gente. Os encontros acontecem nas quartas e sextas-feiras, das 14h às 17h, no CRAS Ampliado da Restinga (Rua Economista Nilo Wülff, s/ nº).
O resultado das ações será uma performance teatral totalmente criada pelas oficinandas. Junte-se a nós!
O resultado das ações será uma performance teatral totalmente criada pelas oficinandas. Junte-se a nós!
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Oficina demonstrativa de teatro ocorre amanhã na Restinga
Esta quarta-feira (16), a partir das 14h, as oficineiras de teatro Taiane e Cândida realizam uma oficina demonstrativa para as meninas da Restinga. A ação acontece na Escola Alberto Pasqualini, mas será aberta a toda comunidade.
Durante a atividade, também estarão sendo feitas inscrições para as oficinas de teatro. O resultado de todo esse trabalho será uma peça teatral criada coletivamente e apresentada em diferentes pontos da cidade.
Durante a atividade, também estarão sendo feitas inscrições para as oficinas de teatro. O resultado de todo esse trabalho será uma peça teatral criada coletivamente e apresentada em diferentes pontos da cidade.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Lançamento da 3º Edição da Escola Lilás dos Direitos Humanos
Essa quinta-feira (3 de dezembro) um bate papo com a fundadora do movimento Vamos Juntas?, Babi Souza, marcou o lançamento da terceira edição do programa Escola Lilás, do Coletivo Feminino Plural. Desta vez, as oficinas sobre Direitos Humanos e Teatro ocorrem na Restinga, e conta com o apoio do Tribunal de Justiça do Estado e do Ponto de Cultura Feminista: corpo, arte e expressão.
Logo mais começam as oficinas. Fique de olho na programação por aqui e veja todas as fotos na nossa Fanpage.
Logo mais começam as oficinas. Fique de olho na programação por aqui e veja todas as fotos na nossa Fanpage.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Escola Lilás recebe fundadora do Vamos Juntas! para lançamento na Restinga
Atenção, meninas e mulheres da Restinga!
Na semana que vem, dia 3 de dezembro, um bate papo com a Babi Souza, do Vamos Juntas! marca o lançamento dessa 3ª edição do programa Escola Lilás .
Esperamos todas vocês na Escola Alberto Pasqualini, a partir das 10h!
Na semana que vem, dia 3 de dezembro, um bate papo com a Babi Souza, do Vamos Juntas! marca o lançamento dessa 3ª edição do programa Escola Lilás .
Esperamos todas vocês na Escola Alberto Pasqualini, a partir das 10h!
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Coletivo Feminino Plural seleciona profissional da área de Teatro - Projeto da Escola Lilás de Direitos Humanos 2015
A Ong Coletivo Feminino Plural, coordenadora do Programa Escola Lilás de Direitos Humanos, abriu seleção para contratação de profissionais (pessoa jurídica) para consultoria em formação teatral para trabalhar no Projeto Escola Lilás de Direitos Humanos - Teatralizando a vida, Vivendo o Teatro, no âmbito do Convênio nº 024/2015, entre VEPMA/RS e Coletivo Feminino Plural, a ser executado na Restinga, em Porto Alegre.
A vaga destina-se exclusivamente para contratação de profissionais do sexo feminino, tendo em vista o perfil e metas do projeto. A seleção está aberta até o dia 23 de novembro de 2015.
O objetivo é realizar 24 encontros entre os meses de dezembro de 2015 e abril de 2016 para capacitar em montagem e encenação de teatro 20 jovens mulheres de 13 a 17 anos e para construção coletiva de montagem de performance de teatro para colocar em prática o conhecimento adquirido. Também a profissional contratada deverá proporcionar ao grupo de jovens mulheres um momento de convivência com um grupo de teatro e introduzir o grupo à cena de teatro de Porto Alegre.
Os currículos devem ser enviados para o e-mail escolalilas2015@gmail.com, com o Assunto: TR 003/2015 Escola Lilás de Direitos Humanos. O CV deve conter também nome da empresa e número do CNPJ.
Mais informações em http://femininoplural.org.br/site/selecoes/escola-lilas-de-direitos-humanos
A vaga destina-se exclusivamente para contratação de profissionais do sexo feminino, tendo em vista o perfil e metas do projeto. A seleção está aberta até o dia 23 de novembro de 2015.
O objetivo é realizar 24 encontros entre os meses de dezembro de 2015 e abril de 2016 para capacitar em montagem e encenação de teatro 20 jovens mulheres de 13 a 17 anos e para construção coletiva de montagem de performance de teatro para colocar em prática o conhecimento adquirido. Também a profissional contratada deverá proporcionar ao grupo de jovens mulheres um momento de convivência com um grupo de teatro e introduzir o grupo à cena de teatro de Porto Alegre.
Os currículos devem ser enviados para o e-mail escolalilas2015@gmail.com,
Mais informações em http://femininoplural.org.br/site/selecoes/escola-lilas-de-direitos-humanos
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher abre programação neste domingo, na Redenção
Atividades artísticas e culturais e denúncias marcam o período
Em 1991, mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres, dos Estados Unidos, iniciaram a Campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”, com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. O período escolhido para a Campanha é bastante simbólico, já que se inicia no dia 25 de novembro – declarado como o dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres – e finaliza no dia 10 de dezembro – dia Internacional dos Direitos Humanos. Desta forma, é feita uma vinculação entre a luta pela não violência contra as mulheres e a defesa dos direitos humanos.
Hoje, cerca de 150 países desenvolvem esta Campanha. No Brasil, ela é realizada desde 1998, quando a ONG Coletivo Feminino Plural lançou as primeiras ações em Porto Alegre. Em 2003 até 2009, esta ação ganhou abrangência nacional, coordenada pela ong braziliense Agende e passou a ser comemorada sempre a partir dia 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, de forma a apoiar as mulheres negras em sua luta contra o racismo. Atualmente os movimentos tomam iniciativas e promovem as próprias ações.
Mantendo a jornada como forma de unificar a sociedade em torno do combate à violência de gênero, o movimento de mulheres do Rio Grande do Sul, chamado pela Rede Feminista de Saúde, abre neste domingo, dia 23 de Novembro, a agenda da Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, às 11 horas da manhã, no Parque da Redenção. Além da distribuição de materiais, as participantes vão realizar atividades artísticas e culturais em torno do tema. Neste ano a programação quer demonstrar as diversas formas de discriminações e violências sofridas pelas mulheres, sendo o seu corpo o alvo dessas violações de direitos humanos, mesmo quando a violência é simbólica. O Ponto de Cultura Feminista Corpo Arte e Expressão e a ong Sempre Mulher promovem demonstrações culturais.
O ato na Redenção leva como slogans o repúdio à violência de gênero e a todas as formas de discriminação, como o racismo, o sexismo e a lesbofobia. Os movimentos também se somam à organização da Marcha das Mulheres Negras, a realizar-se em abril do próximo ano, à divulgação da Carta das Mulheres com Deficiência e à luta pelo enfrentamento à feminização do HIV e da Aids. A Campanha Ponto Final divulga suas estratégias de ação.
No dia 25 de Novembro, movimentos realizam no Largo Glênio Peres, ao meio dia, ação de sensibilização da população e às 18 horas ocorre uma caminhada da Esquina Democrática em direção à Praça da Matriz, onde será feita uma Vigília pelas Mulheres Assassinadas.
Seminários, oficinas, acontecem em todo o período. No dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids, será apresentado na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia o Projeto Conexões/CFP, que pretende discutir as relações entre a feminização da aids e a violência de gênero. No dia 9, o debate sobre Gênero, Raça/Etnia na Mídia, no Sindicato dos Jornalistas, culminando no dia 10 de Dezembro com a posse do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher às 10 horas da manhã, no Paço Municipal. Várias atividades ocorrerão na Grande Porto Alegre, entre as quais o Seminário “A efetivação da rede especializada para as mulheres de Canoas”, promovido pela Prefeitura Municipal e pela ong Coletivo Feminino Plural.
Informações da programação podem ser obtidas no facebook, no endereço:https://www.facebook.com/events/893051134046141/, ou pelo fone 32215298, com Telia Negrão, Luisa Gabriela, Neusa Heinzelmann.
Abaixo, a programação:
16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher
Novembro23/11– 10h – Parque da Redenção – Ato Unitário do movimento feminista – Preparação da Marcha das Mulheres Negras – depoimentos – cultura – arte. Coletivo Feminino Plural, Rede Feminista de Saúde, Ilê Mulher, Ong Cirandar, Frente de Mulheres do Hip Hop, Sempre Mulher, Col. Mulheres da UFRGS, Ponto de Cultura Corpo Arte Expressão, Comdim, Sindicato Jornalistas, artistas.
25/11 – Meio Dia – Ação de Visibilidade no Glênio Peres – Movimento de Mulheres.
18h – Concentração e Vigília pelas mulheres assassinadas – Esquina Democrática – Levante Popular da Juventude, Marcha Mundial de Mulheres, MTD, Rede Feminista.
Dezembro
1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids – 13h30 – Seminário Estratégias Integradas Contra o HIV e a Violência Contra a Mulher – Projeto Conexões – Promoção: Coletivo Feminino Plural, Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da AL, Secretaria Estadual da Saúde, Secretarias Municipais de Saúde de Canoas, Viamão e Porto Alegre, Rede Feminista de Saúde e Campanha Mulheres Não esperam. Local: Sala Adão Pretto da AL/RS. Fone 32215298
1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids – 13h30 – Seminário Estratégias Integradas Contra o HIV e a Violência Contra a Mulher – Projeto Conexões – Promoção: Coletivo Feminino Plural, Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da AL, Secretaria Estadual da Saúde, Secretarias Municipais de Saúde de Canoas, Viamão e Porto Alegre, Rede Feminista de Saúde e Campanha Mulheres Não esperam. Local: Sala Adão Pretto da AL/RS. Fone 32215298
2 a 5/12- Capacitação sobre gênero e saúde mental – Projeto Girassóis – Enfatiza a violência sexual e o sofrimento psíquico das mulheres – Convidada Maria José Araújo – Coletivo Feminino Plural, Rede Feminista de Saúde e Prefeitura de Canoas. Sindicato dos Metalúrgicos. Fone 32215298
4/12– Oficina – As mulheres no Carnaval construindo a Marcha das Mulheres Negras 2015 – Fortalecendo os 16 dias de ativismo contra o racismo, a violência e o machismo. Das 17h30 às 19h. Sempre Mulher e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS – Rua dos Andradas, 1270 – 13º andar. Fone: 51 3344-9591 ou 3340-5808.
5/12 – Gênero e Direitos: Debatendo as respostas judiciais à Violência contra Mulheres – THEMIS com a participação das Promotoras Legais Populares, integrantes do Poder Judiciário, professores e estudantes de Direito.
14h – Apresentação do vídeo “Arte da Loucura”, documentário de Karine Emerich, Mirela Kruel, com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, da Região Friuli Venezia Giulia, na Capacitação do Projeto Girassóis. Sindicato dos Metalúrgicos, Canoas.
6/12 – Seminário sobre Violência Contra as Mulheres no Trabalho – Fecosul/RS.
Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres – Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher – Massa Crítica.
9/12 – 14h – Apresentação e debate sobre a Pesquisa “Por ser menina”, CEP Rua, Coletivo Feminino Plural, movimento pelo Fim da Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
18h – Palestra de apresentação do curso “Gênero Raça/Etnia na Mídia: promovendo a autonomia e enfrentando a violência contra a mulher, por uma comunicação pública e plural” – SPM/RS e Sindicato dos Jornalistas do RS- Rua dos Andradas, 1270 – 13º andar – Fone: 3228-8146; 3226-1735
10/12 – 10h – Posse do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Porto Alegre. Salão Nobre da Prefeitura.
13h – Seminário A efetivação da rede especializada para as mulheres em Canoas. Coordenadoria de Políticas para as Mulheres de Canoas e Coletivo Feminino Plural, parceria com Comdim/Canoas.
Divulgação da Carta das Mulheres com Deficiência – Grupo Inclusivass – Porto Alegre
PÓS JORNADA DOS 16 dias
12/12 – Diálogos Políticos – Monitoramento da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação da Mulher – Tráfico de Mulheres, Saúde e Direitos sexuais e Direitos Reprodutivos – 10 horas – Consórcio Nacional de Monitoramento à Cedaw – Ação Permanente do Movimento de Mulheres. Rede Feminista de Saúde, Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Gênero da UFRGS, Cladem/Brasil e Coletivo Feminino Plural. Redes e articulações nacionais. Informações fone 32215298.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Escola Lilás de Direitos Humanos
O Programa Escola Lilás de Direitos Humanos é composto por estratégias de educação em Direitos Humanos de Adolescentes e Jovens, a partir de Metodologias Feministas. O programa desenvolveu-se a partir de 2003, com intervenções na Vila Cruzeiro do Sul – Meninas Sabidas, Protagonismo Juvenil Feminino com Acessibilidade Digital; no bairro da Restinga – Jovens Mães para a Cidadania e Meninas e Jovens Construindo a Cidadania, consolidando-se em um programa permanente da entidade, denominado como Escola Lilás de Direitos Humanos.
A Escola Lilás de Direitos Humanos capacita jovens de contextos diferenciados nas mesmas temáticas, adequando à realidade de universitárias e adolescentes de bairros periféricos de Porto Alegre. Aplica fundamentos da Metodologia Feminista e da Pedagogia de Paulo Freire, articulando fundamentos teóricos e políticos com saberes dos distintos grupos sociais. As atividades são compostas por módulos de aulas, oficinas teórico-práticas e de teatro, música e performance. Nos anos de 2010-2011 contou com o apoio da Rede de Parceria Social/Imama, desenvolvido no Centro de Referência Especializado de Assistência Social da Restinga (Creas/Cecores). Um dos resultados do projeto foi a publicação Metodologias Feministas – A experiência da Escola Lilás de Direitos Humanos, 2011. Fluxo contínuo.
Projetos
Canto de Cicatriz - Documentário sobre um tema difícil, cercado de tabus e pactos de silêncio: a violência sexual contra meninas. Depoimentos de vítimas que relatam detalhes dos abusos sofridos intercalam-se a comentários de especialistas, desenhos feitos por crianças abusadas, filmes de ficção e enquetes nas quais ficam evidentes os mitos e preconceitos envolvendo o assunto. DVD esgotado. Acesse em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/OLHARES/181660-CANTO-DE-CICATRIZ-(DIRETORA-LAIS-CHAFFE).html
Meninas e Jovens Construindo a Cidadania – Grupos de adolescentes de ambos os sexos, vindos de escolas do bairro da Restinga foram envolvidos em oficinas criativas sobre direitos humanos, em especial direitos sexuais e direitos reprodutivos e sexualidade, propiciando a troca de percepções e representações sociais, o debate sobre mitos e tabus, e o acesso às políticas públicas. Com o apoio da Rede de Parceria Social, Rede Feminista de Saúde, o Centro Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, Secretaria Municipal de Saúde e FASC de Porto Alegre. Apoio RSMLAC. 2008.
Jovens Mães – Oficinas de Cidadania, Direitos Humanos – Módulos de conteúdo sobre saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, com jovens que já exercem a maternidade ou são gestantes no Bairro da Restinga (Porto Alegre). Parceria com o Centro Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, Secretaria Municipal de Saúde e FASC de Porto Alegre. Apoio RSMLAC. 2004.
Meninas Sabidas – Protagonismo Juvenil Feminino com Acessibilidade Digital – Projeto desenvolvido na Vila Cruzeiro do Sul de Porto Alegre. Autofinanciado, constitui-se de ações criativas com grupo de meninas em torno de temas por elas estabelecidos em processo coletivo e o desenvolvimento de conteúdos para um site em que elas são as protagonistas. Duração de um ano, em parceria com a Associação de Moradores. 2003.
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